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As transformações climáticas, sociais e regulatórias já estão redefinindo a forma como empresas, governos e organizações atuam, gerenciam riscos e geram valor. A agenda ESG deixou de ser apenas reputacional e passou a ocupar o centro das decisões estratégicas, da governança e da sustentabilidade de longo prazo.
No contexto da COP30, do Plano de Ação de Gênero (GAP), das normas internacionais de sustentabilidade (IFRS S1 e S2) e do fortalecimento da Transição Justa, o ESG Social se consolida como eixo estruturante para a gestão de riscos, a proteção de direitos, a inclusão produtiva e a construção de impactos sociais reais.
Por isso apoio empresas, governos, organizações da sociedade civil e territórios na tradução de compromissos globais em ações práticas, mensuráveis e socialmente responsáveis, conectando ESG Social, justiça climática, COP30 e gestão de riscos.
Os serviços apresentados nesta página foram desenvolvidos para apoiar organizações que precisam sair do discurso e avançar para a prática, conectando compromissos institucionais a métodos aplicáveis, indicadores mensuráveis e decisões baseadas em governança.
Cada metodologia aqui apresentada responde a desafios concretos da agenda contemporânea: gestão de riscos sociais, diversidade e inclusão estruturais, empregabilidade verde, desenvolvimento territorial e conformidade com marcos legais e normativos nacionais e internacionais.
Mais do que serviços pontuais, são soluções integradas para empresas, setor público, organizações sociais e territórios que desejam alinhar sustentabilidade, justiça social e desempenho institucional.
ESG Social aplicado, governança responsável e Transição Justa não se constroem com intenções isoladas — exigem método, leitura de contexto e ação estruturada.
Com o avanço das exigências regulatórias em sustentabilidade e a consolidação das normas IFRS S1 e S2, muitas organizações passaram a estruturar seus relatórios ESG. No entanto, uma pergunta segue sendo central:
os riscos sociais que estão sendo reportados refletem, de fato, a realidade dos territórios e das pessoas impactadas?
É nesse ponto que surge a diferença — e a complementaridade — entre o MARSC - Mapeamento e Análise de Riscos Sociais Climáticos e o Método Raízes – IFRS S1 e S2.
O que é o MARSC - Mapeamento e Avaliação de Riscos Sociais Climáticos?
O MARSC é um método de leitura profunda da realidade social. Ele atua antes da norma, antes do relatório e antes da crise, analisando os riscos sociais a partir do território, das pessoas e das desigualdades estruturais.
Seu foco está em identificar:
- vulnerabilidades sociais reais;
- territórios impactados por mudanças climáticas, grandes projetos ou cadeias produtivas;
- riscos sociais invisibilizados nos relatórios tradicionais;
- potenciais conflitos comunitários e institucionais;
- impactos sobre grupos historicamente vulnerabilizados.
Em termos práticos, o MARSC responde à pergunta:
“Onde estão os riscos sociais reais que podem se transformar em crises, passivos jurídicos ou danos reputacionais?”
Trata-se de um método diagnóstico, preventivo e territorial, que conecta ESG Social, justiça climática e direitos humanos.
O que é o Método Raízes – IFRS S1 e S2?
O Método Raízes – IFRS S1 e S2 atua na etapa seguinte: a da estruturação estratégica, da governança e da divulgação dos riscos e oportunidades de sustentabilidade.
Ele traduz as normas internacionais para uma linguagem prática e aplicável, conectando:
- IFRS S1 – riscos e oportunidades de sustentabilidade;
- IFRS S2 – riscos climáticos físicos e de transição;
- governança, estratégia, métricas e metas;
- ESG Social, Transição Justa e diretrizes da COP30;
- integração com TCFD, GRI e CSRD.
O Método Raízes responde à pergunta:
“Como transformar riscos sociais e climáticos em decisões estratégicas, governança corporativa e informações relevantes para o mercado e investidores?”
Seu foco está na conformidade normativa, na clareza estratégica e na conexão entre sustentabilidade e valor de longo prazo.
A diferença essencial entre MARSC e Método Raízes
A principal diferença entre os dois métodos está no nível de atuação:
- MARSC identifica e interpreta os riscos sociais reais, a partir do território;
- Método Raízes – IFRS organiza, governa e reporta esses riscos dentro das exigências normativas.
Enquanto o MARSC evita que os riscos sociais sejam tratados de forma superficial, o Método Raízes garante que esses riscos sejam corretamente incorporados à estratégia e à divulgação corporativa.
Como os métodos se complementam na prática
A relação entre os dois métodos é direta e estratégica:
MARSC é a base. Método Raízes é a estrutura.
Na prática, o fluxo acontece assim:
- O MARSC realiza a leitura social e territorial;
- Identifica riscos sociais, climáticos e de transição;
- O Método Raízes traduz esses riscos para IFRS S1 e S2;
- Estrutura governança, indicadores e métricas;
- Conecta sustentabilidade à tomada de decisão e ao reporte.
Sem o MARSC, existe o risco de relatar apenas o que é mensurável, mas não o que é relevante. Sem o Método Raízes, os riscos identificados não se convertem em estratégia, governança ou valor.
Da realidade social ao relatório estratégico
Ao integrar MARSC e Método Raízes – IFRS S1 e S2, as organizações conseguem:
- antecipar riscos sociais e climáticos;
- reduzir conflitos e passivos;
- qualificar o ESG Social;
- alinhamento real com Transição Justa e COP30;
- relatórios mais consistentes, transparentes e estratégicos.
Mais do que cumprir normas, trata-se de construir uma sustentabilidade conectada à realidade, às pessoas e ao futuro.
MARSC x Método Raízes – IFRS S1 e S2
Dois métodos complementares para transformar riscos sociais e climáticos em estratégia, governança e decisões de longo prazo.
| Aspecto | MARSC | Método Raízes – IFRS S1 / S2 |
|---|---|---|
| Natureza do método | Diagnóstico social e territorial | Estratégico, normativo e regulatório |
| Momento de atuação | Antes da norma, do relatório e da crise | Após o diagnóstico, na estruturação e divulgação |
| Pergunta central | Onde estão os riscos sociais reais? | Como governar e reportar esses riscos? |
| Foco principal | Territórios, pessoas e vulnerabilidades | Governança, estratégia e mercado |
| Base conceitual | ESG Social, justiça climática, direitos humanos | IFRS S1, IFRS S2, TCFD, GRI, CSRD |
| Tipo de risco analisado | Riscos sociais invisibilizados e territoriais | Riscos materiais para estratégia e reporte |
| Resultado gerado | Mapa de riscos sociais e preventivos | Estrutura de governança e indicadores ESG |
| Público prioritário | Territórios, projetos e gestão social | Empresas, conselhos e investidores |
| Papel na Transição Justa | Identifica desigualdades e impactos reais | Integra a transição justa à estratégia corporativa |
| Função estratégica | Antecipar riscos e evitar crises | Transformar riscos em decisão e valor |
MARSC revela a realidade social. O Método Raízes organiza, governa e comunica essa realidade.
Método 360º de Diversidade, Equidade e Inclusão no contexto do ESG Social
Diversidade, Equidade e Inclusão deixaram de ser apenas compromissos institucionais, ações pontuais de RH ou iniciativas isoladas de responsabilidade social. No contexto da COP30, do Plano de Ação de Gênero (GAP) e do avanço das normas de sustentabilidade, governança e reporte, a DEI passa a ocupar um lugar central na gestão de riscos, na tomada de decisão estratégica e na criação de valor corporativo.
É a partir desse cenário que se consolida o Método 360º de Diversidade, Equidade e Inclusão: uma abordagem estruturada, prática e juridicamente amparada para integrar gênero, raça, etnia, pessoas com deficiência (PCD) e população LGBTQIA+ à estratégia ESG das organizações.
Mais do que um conjunto de boas práticas, o Método 360º é um sistema de gestão, aplicável a empresas, governos, organizações do terceiro setor e cadeias produtivas, especialmente em contextos atravessados por riscos sociais e climáticos.
O que é o Método 360º DEI
O Método 360º DEI é uma metodologia proprietária que atua ao longo de todo o ciclo de gestão organizacional, conectando:
- diagnóstico social e institucional;
- amparo legal e normativo;
- gestão de riscos sociais;
- indicadores mensuráveis;
- governança e tomada de decisão;
- relatórios ESG e transparência.
Seu principal diferencial está na integração real entre diversidade e governança, alinhando direitos humanos, legislação brasileira e compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no contexto climático e social.
Por que um método 360º
Diversidade não se sustenta quando está isolada em uma área, campanha ou discurso. O Método 360º parte do princípio de que desigualdades geram riscos — jurídicos, reputacionais, operacionais e financeiros — e que a inclusão precisa estar presente de forma transversal.
O método atua de forma integrada:
- no RH;
- nas compras e na cadeia de fornecedores;
- nos projetos sociais e ambientais;
- nos comitês e conselhos;
- na gestão de riscos;
- nos relatórios e indicadores ESG.
É uma abordagem que sai do intencional e entra no estrutural, conectando diversidade à estratégia organizacional.
Os pilares do Método 360º DEI
1️Amparo legal como base da estratégia
O Método 360º é construído com base na legislação brasileira e em marcos internacionais, reconhecendo que diversidade não é opcional, mas um dever legal e de governança.
- Constituição Federal;
- CLT e legislação trabalhista;
- Lei Brasileira de Inclusão – LBI (Lei nº 13.146/2015);
- Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010);
- leis de combate à discriminação;
- Convenções da OIT;
- Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos;
- Plano de Ação de Gênero (GAP) da COP30.
2️Abrangência dos eixos de diversidade
O Método 360º atua de forma integrada sobre os principais eixos de diversidade:
- gênero (com foco no GAP da COP30);
- pessoas com deficiência (PCD);
- raça e etnia;
- população LGBTQIA+.
Cada eixo conta com:
- checklists específicos;
- indicadores próprios;
- riscos associados;
- instrumentos de monitoramento;
- ações práticas por área da organização.
3️Diagnóstico estruturado e mensurável
O ponto de partida do método é um diagnóstico técnico, que avalia:
- políticas internas;
- processos de RH;
- cadeia de fornecedores;
- governança e comitês;
- comunicação institucional;
- indicadores existentes;
- conformidade legal.
Esse diagnóstico gera um mapa de riscos e oportunidades em DEI, que dialoga diretamente com metodologias como o MARSC e subsidia a estruturação estratégica via IFRS S1 e S2.
4️Integração com ESG, COP30 e gestão de riscos
O Método 360º está alinhado a frameworks e agendas contemporâneas, como:
- ESG Social;
- Plano de Ação de Gênero da COP30;
- governança corporativa;
- gestão integrada de riscos sociais;
- relatórios de sustentabilidade.
Nessa abordagem, a diversidade passa a ser tratada como:
- risco material, quando negligenciada;
- oportunidade estratégica, quando bem estruturada.
O que o Método 360º entrega na prática
- checklists operacionais por segmento;
- matrizes de risco em DEI;
- indicadores mensuráveis;
- templates de políticas internas;
- instrumentos para compras e fornecedores;
- ferramentas para governança e comitês;
- base técnica para relatórios ESG;
- capacitação técnica das equipes.
Tudo é pensado para a rotina corporativa, e não apenas para o cumprimento formal de relatórios.
Para quem é o Método 360º DEI
- empresas de médio e grande porte;
- organizações com agenda ESG estruturada;
- empresas impactadas por exigências regulatórias;
- cadeias produtivas e fornecedores;
- instituições públicas e organizações sociais;
- lideranças e conselhos.
Especialmente para quem precisa sair do discurso e entrar na entrega.
Por que o Método 360º é diferente
Porque ele nasce da interseção entre:
- Serviço Social;
- Direitos Humanos;
- ESG Social;
- Governança;
- Políticas públicas;
- Gestão de riscos.
É um método que fala a língua da gestão, sem perder o compromisso ético e social.
Conclusão
A COP30 e o Plano de Ação de Gênero deixam claro: diversidade, equidade e inclusão não são mais temas periféricos. Elas estão no centro das decisões que definirão o futuro das organizações.
O Método 360º DEI oferece o caminho para transformar compromissos em estrutura, intenção em governança e diversidade em valor real.
Método Raízes do Futuro
Empregabilidade Verde e Transição Justa no Território
A transição climática já está em curso — mas seus efeitos sobre o trabalho, a renda e a vida das pessoas não são automáticos nem justos por si só. É nesse ponto que a Transição Justa, reforçada pela COP30, se torna central: garantir que a nova economia verde gere empregos dignos, reduza desigualdades e fortaleça os territórios, em vez de aprofundar exclusões históricas.
O Método Raízes nasce exatamente desse desafio: transformar a agenda climática em oportunidades reais de trabalho e inclusão social, com foco em juventudes, comunidades e territórios impactados pelas mudanças econômicas e ambientais.
O que é o Método Raízes
O Método Raízes é um serviço de palestra, formação e mapeamento territorial que conecta empregos verdes, Transição Justa, ESG Social e desenvolvimento local, alinhado às diretrizes da COP30 e às novas exigências de responsabilidade social.
Mais do que falar sobre sustentabilidade, o método atua na prática: parte da realidade do território, identifica oportunidades verdes existentes ou potenciais e constrói trilhas possíveis de formação e inserção no mercado de trabalho, combatendo soluções genéricas e o risco da precarização do chamado “trabalho verde”.
Por que falar de empregabilidade verde a partir do território
A transição para uma economia de baixo carbono não acontece da mesma forma em todos os lugares. Cada território possui dinâmicas próprias que precisam ser consideradas:
- cadeias produtivas específicas;
- vocações econômicas locais;
- gargalos de qualificação;
- grupos mais vulneráveis aos impactos da transição.
O Método Raízes parte do princípio de que não existe Transição Justa sem leitura territorial, nem empregos verdes sustentáveis sem articulação entre educação, trabalho, políticas públicas e setor produtivo.
Para quem é o Método Raízes
- jovens (15 a 29 anos) em busca de orientação profissional e oportunidades reais;
- escolas técnicas, Institutos Federais e universidades;
- prefeituras e secretarias (Trabalho, Juventude, Meio Ambiente, Desenvolvimento);
- empresas com agenda ESG Social;
- ONGs, fundações e projetos socioambientais.
O que o Método Raízes entrega
O Método Raízes pode ser aplicado em formato de palestra, treinamento ou programa completo, de acordo com o contexto do território ou da organização.
- palestra estratégica sobre Transição Justa e Empregos Verdes;
- treinamento prático em empregabilidade verde;
- mapeamento de oportunidades verdes locais ou regionais;
- mapa de competências exigidas pela nova economia;
- trilhas de formação possíveis (curto, médio e longo prazo);
- material didático (workbook do participante);
- certificação de participação.
Metodologia: os quatro pilares do Método Raízes
-
Território
Leitura socioeconômica e produtiva local, com foco em oportunidades reais. -
Trabalho decente
Empregos verdes com direitos, proteção social e qualidade do trabalho. -
Juventude e inclusão
Centralidade de jovens, mulheres e grupos historicamente excluídos da transição. -
Clima e desenvolvimento
Alinhamento com a COP30, ESG Social e políticas públicas de transição.
Diferenciais do Método Raízes
- abordagem de Transição Justa aplicada, não abstrata;
- foco em empregabilidade real, não apenas sensibilização;
- integração entre clima, trabalho, direitos e políticas públicas;
- linguagem acessível, crítica e orientada à ação;
- conexão direta com ESG Social, IFRS S1 e agendas internacionais.
Resultados esperados
- jovens com planos reais de inserção na economia verde;
- territórios mais preparados para os impactos da transição climática;
- empresas e governos com ações concretas de ESG Social;
- redução de riscos sociais associados à transição econômica.
Transição justa se constrói com pessoas
A transição climática não será justa se não gerar trabalho digno, renda e pertencimento. O Método Raízes parte do princípio de que não há sustentabilidade sem justiça social, nem futuro verde sem inclusão produtiva.
Levar a Transição Justa para o território é transformar discurso em prática — e oportunidades em direitos.
👉 Leve a Transição Justa para o seu território
👉 Prepare jovens para as oportunidades da economia verde
👉 Transforme sua agenda ESG em impacto social real
Os serviços estão organizados em quatro frentes complementares, que podem ser contratadas de forma integrada ou independente.
MARSC — Mapeamento e Análise de Riscos Sociais e Climáticos
Método próprio para identificar e priorizar riscos sociais associados à agenda climática, considerando territórios, cadeias produtivas e populações vulneráveis.
- Diagnóstico de riscos sociais e climáticos
- Mapeamento de grupos impactados
- Matriz de riscos sociais aplicada ao clima
- Riscos de transição injusta
Método 360° de Diversidade, Equidade & Inclusão
Uma abordagem prática e estratégica para transformar diversidade em governança, gestão de riscos e valor ESG.
Diagnóstico do nível de maturidade do ESG Social nas suas multiplas dimensões - gênero, étnica, pessoas com deficiência, identificando lacunas entre discurso institucional, políticas internas e prática operacional.
- Base legal sólida
- Gênero, PCD, LGBTQIA+ e raça/etnia
- Indicadores, checklists e toolkit
- Alinhado à COP30 e ao GAP
Método Raízes — ESG Social aplicado às IFRS
Um serviço estratégico para empresas que precisam entender riscos sociais, impactos climáticos sobre pessoas e territórios e se preparar para exigências do pilar social, investidores e novos marcos regulatórios.
Tradução prática das normas IFRS S1 e IFRS S2, integrando riscos climáticos, impactos sociais e sustentabilidade financeira.
- Identificação de riscos sociais que afetam o negócio
- Leitura climática com lente social (Transição Justa)
- Alinhamento prático às IFRS S1 e S2
- Relatório executivo + plano de ação de 90 dias
Raízes do Futuro — Formação e Transição Justa
O Método Raízes é um serviço de palestra, formação social e mapeamento territorial que conecta Transição Justa, empregos verdes, juventudes, mulheres e desenvolvimento local com foco em territórios impactados pela transição climática , alinhado à COP30 e ao ESG Social.
A partir da leitura do território, identificamos oportunidades verdes reais, mapeamos competências e trilhas de formação e apoiamos jovens, instituições e organizações a se prepararem para a nova economia — com foco em inclusão, proteção social e trabalho decente.
- Mapeamento de empregos verdes
- Palestras e oficinas territoriais
- Projetos sociais alinhados à COP30
- Conexão entre políticas públicas e empresas
Como essas frentes se conectam
- O MARSC identifica riscos sociais e climáticos;
- o Método 360° revela lacunas de diversidade, equidade e inclusão,
- o Método Raízes estrutura conformidade e estratégia;
- e o Raízes do Futuro gera impacto social e legado territorial.
Vamos construir soluções com raiz, impacto e futuro?
Entre em contato para diagnóstico inicial, projetos personalizados ou parcerias alinhadas à COP30 e à transição justa.
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